Tudo é vão nesta hora de despedida
Tão amargos são os pensamentos desleais
Que brigam e se soltam como sinais
E respondem ao luar "Que ando perdida".
Pudera ver-te como antes nos meus braços
Em que a vida passava a correr
Sustento que me ajudava a crescer
No poder que roubava dos teus abraços.
Ilusão que criei não suportada
Pelo desejo que rebenta no meu peito
A luz que se apaga de madrugada...
Ontem julguei-me capaz de ser forte
Suportar a ausência desse teu jeito
Q'uão enganada estava...nesta minha sorte!...
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
sábado, 29 de março de 2008
Desfez-se em cinzas
Desfez-se em cinzas o que não foi nada...
Apagou-se a luz...terminou a estrada.
Quebrou-se o silêncio...Perdeu-se a magia.
Pássaro que cantou... Passou o dia.
Agora, vejo-me sozida, absorta...
Leva o vento as cinzas que se perdem
Não é nada meu...não posso opinar!
Cala-se-me a voz...escuto o pesar.
Regresso à paz inquieta...
Verdade que doi...vazio que aperta.
Luar que deambula...Noite incerta.
Esquecer?!...O quê?! Se nada foi...
Estou louca?...Há quem o diria...
Acordo, com o sabor da tua boca!...
Apagou-se a luz...terminou a estrada.
Quebrou-se o silêncio...Perdeu-se a magia.
Pássaro que cantou... Passou o dia.
Agora, vejo-me sozida, absorta...
Leva o vento as cinzas que se perdem
Não é nada meu...não posso opinar!
Cala-se-me a voz...escuto o pesar.
Regresso à paz inquieta...
Verdade que doi...vazio que aperta.
Luar que deambula...Noite incerta.
Esquecer?!...O quê?! Se nada foi...
Estou louca?...Há quem o diria...
Acordo, com o sabor da tua boca!...
segunda-feira, 24 de março de 2008
Largo pranto
Largo pranto que não se acaba
Escondido, por alcançar
Os meus desejos que andam perdidos
Por estas águas em alto mar...
E este vento que me abraça
Por terras de imensidão
Como uma gaivota que por onde passa
Revela o sentir a minha ilusão.
Daqueles que quebraram o meu encontro
Guardo o amor silenciado
Onde reflete o sol enfeitiçado
Neste poder que trago solto...
E desta calmaria ao meu regresso
Sonho um voo alto a pairar
Meditando sobre estas águas,
O mergulho que posso dar!
Escondido, por alcançar
Os meus desejos que andam perdidos
Por estas águas em alto mar...
E este vento que me abraça
Por terras de imensidão
Como uma gaivota que por onde passa
Revela o sentir a minha ilusão.
Daqueles que quebraram o meu encontro
Guardo o amor silenciado
Onde reflete o sol enfeitiçado
Neste poder que trago solto...
E desta calmaria ao meu regresso
Sonho um voo alto a pairar
Meditando sobre estas águas,
O mergulho que posso dar!
sábado, 22 de março de 2008
Primavera
Primavera do meu sonho...
Rebento que desponta
Em completa inocência
No orvalho da manhã.
Lume claro que sustenta
A fantasia da noite
Cuidado...Não sei se toque...
Loucura... Não sei se pare...
Ânsia de viver, tamanha paixão!
Vento que sopra, que agita a fumaça
Estrela que luz em minha mão...
E dentro de mim, surge a vontade
De voltar à inocência...Beijar como quem colhe...
Que eu não sei se rio...Que eu não sei se chore...
Rebento que desponta
Em completa inocência
No orvalho da manhã.
Lume claro que sustenta
A fantasia da noite
Cuidado...Não sei se toque...
Loucura... Não sei se pare...
Ânsia de viver, tamanha paixão!
Vento que sopra, que agita a fumaça
Estrela que luz em minha mão...
E dentro de mim, surge a vontade
De voltar à inocência...Beijar como quem colhe...
Que eu não sei se rio...Que eu não sei se chore...
quinta-feira, 20 de março de 2008
Perdida em ti
Perdi... Já não sei quem sou...
Vagueio pelas ruas inquieta
Que importa?...Que importa para onde vou,
Se só em teus braços a porta aberta!
Saudades, de quem que sinto agora?
Meus olhos se fecharam não sei porquê
A ternura que me embalava, onde mora?!
A luz que se apagou, ninguém te vê!
Mas sinto em mim que ando perto,
De encontrar o céu aberto
De esquecer onde me perdi...
Pois, onde me leva o esquecimento,
Que é tão inconstante como o vento
Cada vez mais perto de ti...
Vagueio pelas ruas inquieta
Que importa?...Que importa para onde vou,
Se só em teus braços a porta aberta!
Saudades, de quem que sinto agora?
Meus olhos se fecharam não sei porquê
A ternura que me embalava, onde mora?!
A luz que se apagou, ninguém te vê!
Mas sinto em mim que ando perto,
De encontrar o céu aberto
De esquecer onde me perdi...
Pois, onde me leva o esquecimento,
Que é tão inconstante como o vento
Cada vez mais perto de ti...
terça-feira, 18 de março de 2008
Valerá a pena?
Diz-me Amor se vale a pena
Aguentar esta dor no meu peito
Esperar a cada dia pelo direito
Fingir este estar calma e serena.
Falo de ti às pedras, ao sol, ao vento
Conto-lhes os anseios, o cansaço, os desejos
E se pudesse, a toda a gente desses teus beijos
Que me queimam e me agarro como alento.
E é tão triste sentir-te sempre de partida
Guardar para mim todo este amor que me rouba a vida
Não ter respostas, a quem curioso vai perguntando.
E neste sentir...sou assim a mal amada
Esperar?!...Diz-me tu, não vale nada?!
Por um amor que eu terei não sei eu quando...
Aguentar esta dor no meu peito
Esperar a cada dia pelo direito
Fingir este estar calma e serena.
Falo de ti às pedras, ao sol, ao vento
Conto-lhes os anseios, o cansaço, os desejos
E se pudesse, a toda a gente desses teus beijos
Que me queimam e me agarro como alento.
E é tão triste sentir-te sempre de partida
Guardar para mim todo este amor que me rouba a vida
Não ter respostas, a quem curioso vai perguntando.
E neste sentir...sou assim a mal amada
Esperar?!...Diz-me tu, não vale nada?!
Por um amor que eu terei não sei eu quando...
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